
“O mundo é para quem nasce para o conquistar
E não para quem sonha em conquistá-lo,ainda que tenha razão”
O poema traz como tema a imensa solidão e a angústia vivida pelo eu - lírico em seu cotidiano. A necessidade de analisar sua própria existência e a capacidade imaginativa desse eu - poético, faz com que ele enxergue coisas que os outros não possam ver.No poema temos uma contemplação da paisagem, uma busca pela natureza. Álvaro de Campos procura viver os seus sonhos e esquecer tudo aquilo que aprendeu com os homens. O poeta opõe a fantástica capacidade de sonhar à limitação do mundo exterior. O fato de ter conquistado mais que Napoleão, ter amado mais que Cristo e ter filosofado mais que Kant não valem nada nesse mundo exterior. São apenas “frutos” de sua imaginação. “Conquistamos todo o mundo antes de nos levantar da cama”. Fernando Pessoa em seu poema aborda o aspecto de que o pensar é doloroso, impede o homem de ser feliz.
A angústia do homem moderno é o foco principal. Em meio a um leque de oportunidades que o mundo exterior oferece o poeta ainda sim se sente inútil e está mergulhado em um imenso vazio. O eu - poético pode ser representado como o homem cheio de inquietudes. Fazendo um contraponto com o dono da tabacaria que é o representante do homem comum que não tem consciência alguma do que o cerca. A tabacaria pode ser analisada como algo simbólico e sem valor no mundo real. O poema termina com a imensa solidão do poeta que afirma que nada nessa vida vale a pena.
Verônica Laila de Oliveira
E não para quem sonha em conquistá-lo,ainda que tenha razão”
O poema traz como tema a imensa solidão e a angústia vivida pelo eu - lírico em seu cotidiano. A necessidade de analisar sua própria existência e a capacidade imaginativa desse eu - poético, faz com que ele enxergue coisas que os outros não possam ver.No poema temos uma contemplação da paisagem, uma busca pela natureza. Álvaro de Campos procura viver os seus sonhos e esquecer tudo aquilo que aprendeu com os homens. O poeta opõe a fantástica capacidade de sonhar à limitação do mundo exterior. O fato de ter conquistado mais que Napoleão, ter amado mais que Cristo e ter filosofado mais que Kant não valem nada nesse mundo exterior. São apenas “frutos” de sua imaginação. “Conquistamos todo o mundo antes de nos levantar da cama”. Fernando Pessoa em seu poema aborda o aspecto de que o pensar é doloroso, impede o homem de ser feliz.
A angústia do homem moderno é o foco principal. Em meio a um leque de oportunidades que o mundo exterior oferece o poeta ainda sim se sente inútil e está mergulhado em um imenso vazio. O eu - poético pode ser representado como o homem cheio de inquietudes. Fazendo um contraponto com o dono da tabacaria que é o representante do homem comum que não tem consciência alguma do que o cerca. A tabacaria pode ser analisada como algo simbólico e sem valor no mundo real. O poema termina com a imensa solidão do poeta que afirma que nada nessa vida vale a pena.
Verônica Laila de Oliveira

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